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La historiadora del arte, investigadora, escritora y curadora argentina Andrea Giunta (Buenos Aires, 1960) será la curadora de la 12° Bienal de Mercosur, que se celebrará del 9 de abril al 5 de julio de 2020 en varios espacios-sede de Porto Alegre (Brasil), entre ellos el Museo de Arte de Rio Grande do Sul, el Memorial de Rio Grande do Sul y el Santander Cultural.

El anuncio lo hizo hoy la Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul en una conferencia de prensa en el Memorial do Rio Grande do Sul, en Porto Alegre.

Giunta explorará como tema central de la 12° Bienal de Mercosur la relación entre arte, feminismo y emancipación. El desarrollo de esta propuesta curatorial, así como su título, equipo de trabajo y artistas participantes se anunciarán a fines de este año, pero ya está en preparativos la primera actividad de esta venidera edición de la bienal: un seminario que se realizará el próximo 6 de noviembre, dentro de la programación oficial de la 64ª Feria del Libro de Porto Alegre, en el que la curadora instigará una discusión sobre las nociones de arte, feminismo y emancipación, a fin de expandirlas y resignificarlas.

“Las bienales son espacios privilegiados para analizar el estado del mundo del arte. El tema de esta edición está en el centro de los debates y de las revisiones críticas del canon del arte. Porto Alegre es una ciudad ideal para actuar como caja de resonancia e instrumento activador de una cuestión urgente. La Bienal pretende reunir posiciones radicales, abordarlas desde una perspectiva internacional y latinoamericana, y contribuir a un mapa activo de transformación política de las subjetividades en el mundo contemporáneo”, señala Giunta, quien ha abordado estos temas en profundidad a través de su extensa investigación, exposición y publicación Mujeres Radicales: Arte Latinoamericano, 1960-1985.

A argentina Andrea Giunta (Buenos Aires, 1960) será a responsável pela curadoria da 12° Bienal do Mercosul, que será apresentada no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, no Memorial do Rio Grande do Sul e no Santander Cultural em Porto Alegre, Brasil, de 9 de abril a 5 de julho de 2020. O anúncio oficial foi feito em coletiva de imprensa na manhã do dia 10 de outubro, em Porto Alegre.

Curadora, escritora, professora e pesquisadora, Andrea Giunta vai explorar como tema da próxima edição a relação entre arte, feminismo e emancipação. O título da exposição e a equipe de curadoria serão anunciados no final do ano. Também foi divulgada na coletiva a primeira atividade da Bienal 12: um seminário que será realizado no próximo dia 6 de novembro, dentro da programação oficial da 64ª Feira do Livro de Porto Alegre, e que terá a participação da curadora.

A respeito de sua nomeação, Andrea comentou: “As bienais são espaços privilegiados para analisar o estado do mundo da arte. O tema desta edição está no centro dos debates e das revisões críticas do cânone da arte. Porto Alegre é uma cidade ideal para atuar como caixa de ressonância e instrumento ativador de uma questão urgente. A Bienal pretende reunir posições radicais, abordá-las desde uma perspectiva internacional e latino-americana, e contribuir para um mapa ativo da transformação política das subjetividades no mundo contemporâneo”.

Andrea Giunta conta com uma ampla experiência na arte latino-americana no cenário internacional, em exibições, ensaios de revistas especializadas e catálogos de exposições, ensino e investigação acadêmica. Seus campos de interesse incluem a arte do século 20 e 21 da América Latina e do mundo. É autora de diversos escritos a respeito de arte latino-americana, memória e política, o poder das imagens – particularmente sobre a obra Guernica, de Picasso – e a relação entre arte, gênero e feminismo na América Latina.

pesquisadora principal do Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas da Argentina e professora de Arte Latino-Americana e de Arte Internacional na Universidade de Buenos Aires. Foi “Chair in Latin American Art History and Criticism” na Universidade do Texas em Austin, onde também foi diretora fundadora do Center for Latin American Visual Studies (CLAVIS). Foi professora visitante da École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), professora visitante da Universidade Nacional Autônoma do México, professora visitante da Universidade de Duke, em Durham (EUA), professora visitante da Universidade de Monterrey (México) e “Tinker Visiting Professor” da Universidade de Columbia (Nova York), entre outros créditos acadêmicos. Foi palestrante em museus e universidades como o MoMA (Nova York), o Museu Centro de Arte Reina Sofía (Madri), o Haus der Kunst (Munique), o Bahnhof Museum (Berlim), a Harvard University, a University of California (Berkeley), o Art Institute (Chicago), a Princeton University e a New York University.

Andrea é autora de diversos livros, como Avant-Garde, Internationalism and Politics, Argentine Art in the Sixties (Duke University Press), Poscrisis (Siglo XXI), Escribir las Imágenes (Siglo XXI), Objetos Mutantes (Palinodia), ¿Cuándo Empieza el Arte Contemporáneo? (ArteBA) e El Guernica de Picasso (Biblos). Seu livro mais recente, Feminismo y Arte Latinoamericano, foi publicado em 2018 pela editora Siglo XXI. Foi curadora da Retrospectiva de León Ferrari, apresentada no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires, e na Pinacoteca de São Paulo; cocuradora da exposição Extranjerías, com Néstor García Canclini, no Museu de Arte Contemporânea da UNAM, no México; e cocuradora de Verboamérica, com Agustín Pérez Rubio, no Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires. Atualmente, é cocuradora da exposição Radical Women. Latin American Art, 1960-1985, com Cecilia Fajardo-Hill, exibida no Hammer Museum de Los Angeles, no Brooklyn Museum de Nova York e na Pinacoteca do Estado de São Paulo.