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SEMINARIO “ARTE, FEMINISMOS Y EMANCIPACIÓN”. 12° BIENAL DE MERCOSUR

[COM VERSÃO EM PORTUGUÊS ABAIXO]

 

El feminismo contemporáneo impulsa una agenda transgeneracional e intersexional que debate la simultaneidad de las opresiones sociales: sexismo, racismo, homofobia, xenofobia, clasismo. ¿Significa hoy el término feminismo lo mismo que en los años sesenta y setenta? ¿Podemos referirnos a una nueva ola del feminismo, después del posfeminismo? ¿Cuál es la relación entre estos debates y el campo del arte? ¿Cómo se posicionan lxs artistas contemporánexs ante las agendas del feminismo? Estas preguntas son centrales en la cultura brasileña contemporánea, y en el seminario que Andrea Giunta (Buenos Aires, 1960) ha organizado como preámbulo a su trabajo curatorial para la 12° Bienal de Mercosur, que se celebrará del 9 de abril al 5 de julio de 2020 en varios espacios-sede de Porto Alegre (Brasil).

Las historias del arte se han escrito desde criterios excluyentes que han invisibilizado artistas por razones de género y de raza. Este seminario propone activar un espacio de conocimiento sobre agendas urgentes en torno al género femenino, queer, trans, no normativo, intersexional. “Se trata de desplegar campos de conocimiento que entrecruzan poéticas, activismos de la imagen y del cuerpo. Si el feminismo es una forma de comprender el mundo, un campo de conocimientos no excluyentes que nos involucran a todxs, es indispensable expandir los archivos del proceso de transformación en el que estamos inmersos”, dice Giunta.

El Seminario se llevará a cabo el 6 de noviembre de 2018 en el Clube do Comercio (R. dos Andradas, 1085 – Centro Histórico, Porto Alegre) en el marco de la 64ª Feria del Libro de Porto Alegre y la 12° Bienal de Mercosur. Las sesiones de este encuentro están pensadas como el despliegue de una agenda de temas que se debaten en el campo del arte, de la cultura y de la ley.

Primera sesión: 10.00-12.00 hrs. | POLÍTICAS DE CONOCIMIENTO

El seminario comienza abordando los discursos de la ley, del activismo trans y de la historia del arte escrita en primera persona para analizar el lugar de la mujer y de lo femenino en la sociedad y en la cultura.

Presentación del seminario: Andrea Giunta, curadora, profesora e investigadora, Universidad de Buenos Aires / CONICET

Participan: María Berenice Días, Presidenta de la Comisión de la Diversidad Sexual del Consejo Federal de la OAB y Vice-Presidenta del IBDFAM – Instituto Brasileño de Derecho de las Familias; Gloria Crystal, artista, primera representante LGBT en Brasil en ocupar el cargo de Secretaria Adjunta para la Libre Orientación Sexual en Porto Alegre; Roberta Barros, artista e investigadora, autora de Elogio ao toque ou como falar de arte feminista à brasileira (2016).

Coordina: Andrea Giunta, Curadora de la XII Bienal del Mercosur

*al finalizar la sesión Roberta Barros firmará ejemplares de su libro.

Segunda sesión: 13:00-15:00 hrs. | POÉTICAS DEL CUERPO. ARTE, ACTIVISMO Y PERFORMANCE

Esta sesión aborda políticas del cuerpo, formas del activismo artístico y la relación entre feminismo y performance.

Participan: Alice Porto, artista y activista, Marcha dos Vadios, Parada Gráfica y Zines; Julha Franz, artista sensorial, directora artística de Drag Queens no Workroom Bar, Porto Alegre; Claudia Paim, artista visual.

Coordina: Carmen Lucía Capra, profesora y Coordinadora de Graduación en Artes Visuales, Licenciatura Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS. Líder del Grupo de investigación Flume Educação e Artes Visuais (CNPq/UERGS).

Café | 15:00 – 15:30hs

Tercera sesión: 15:30-17:00 hrs. | RECONFIGURAR EL CANON

La historia del arte brasileño y la historia del arte en general se han escrito desde criterios excluyentes que han invisibilizado artistas por razones de género y de raza. ¿Están dichos criterios en proceso de cambio?

Participa: Rosana Paulino, artista, profesora e investigadora independiente.

Coordinan: Igor Simões, Doctorando en Artes Visuales, Historia, Teoría y Crítica de Arte por la UFRGS, profesor asistente en la UFRGS, y curador; Andrea Giunta, Curadora de la XII Bienal de Mercosur.

Performances

Teatro Carlos Urbim: 18:30 – 19:45 hrs

Performances de Claudia Paim y Julha Franz

Rosana Paulino, Atlântico Vermelho, 2017. Foto: Júlia Thompson.

A Fundação Bienal do Mercosul e 64ª Feira do Livro de Porto Alegre apresentam

SEMINÁRIO ARTE, FEMINISMOS E EMANCIPAÇÃO

Biblioteca do Clube do Comércio – 3º andar, 06 de novembro de 2018

 

O feminismo contemporâneo promove uma agenda transgênera e intersexual que debate a simultaneidade das opressões sociais: sexismo, racismo, homofobia, xenofobia, classismo. Hoje, o termo feminismo significa o mesmo que nos anos sessenta e setenta? Podemos nos referir a uma nova onda de feminismo, depois do pós-feminismo? Qual é a relação entre esses debates e o campo da arte? Como os artistas contemporâneos se posicionam diante das agendas do feminismo? Essas questões são centrais para a cultura brasileira contemporânea.

As histórias da arte foram escritas a partir de critérios exclusivos que tornaram as artistas invisíveis por razões de gênero e raça. Este seminário propõe a ativação de um espaço de conhecimento sobre agendas urgentes em torno do gênero feminino, queer, trans, não normativo, intersexual. Trata-se de desdobrar campos de conhecimento que entrecruzam poéticas, ativismos da imagem e do corpo. Se o feminismo é uma maneira de entender o mundo, um campo de conhecimento não excludente que envolve a todos nós, é indispensável expandir os processos de transformação em que estamos imersos. As sessões deste encontro estão concebidas como o desdobramento de uma agenda de temas que se discutem no campo da arte, da cultura e da lei.

Primeira sessão 10h30 -12h30 | Políticas do conhecimento

O seminário começa por abordar os discursos da lei, o ativismo trans e a história da arte escrita em primeira pessoa para analisar o lugar das mulheres e do feminino na sociedade e na cultura.

Apresentação do Seminário: Andrea Giunta, Curadora da Bienal 12, professora e pesquisadora, Universidad de Buenos Aires / CONICET

María Berenice Días, Presidente da Comissão de Diversidade Sexual do Conselho Federal da OAB. Vice-Presidente do IBDFAM – Instituto Brasileiro de Direito de Família; Gloria Crystal, artista, foi secretária adjunto da Livre Orientação Sexual de Porto Alegre, sendo a primeira representante da comunidade LGBT a ocupar uma posição como esta no país; Roberta Barros, artista e pesquisadora, autora de Elogio ao toque ou como falar de arte feminista à brasileira (2016).

Coordenação: Andrea Giunta

Segunda sessão 13h30-15h | Poéticas do corpo. Arte, ativismo e performance

Esta sessão lida com a política do corpo, formas de ativismo artístico e a relação entre feminismo e performance.

Alice Porto, artista e ativista. Marcha dos Vadios, Parada Gráfica y Zines; Julha Franz, artista sensorial. Diretora artística de drag queens no Workroom bar, em Porto Alegre; Claudia Paim, artista visual

Coordenação: Carmen Lucía Capra, Professora e Coordenadora da Graduação em Artes Visuais, licenciatura Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – UERGS. Líder do Grupo de Pesquisa Flume Educação e Artes Visuais (CNPq/ UERGS)

Terceira sessão 15h30-17h | Reconfigurando o conceito da Arte

A história da arte brasileira e a história da arte em geral foram escritas a partir de critérios exclusivos que tornaram as artistas invisíveis por razões de gênero e raça. Esses critérios estão em processo de mudança?

Rosana Paulino, artista, professora e pesquisadora autônoma

Coordenação: Andrea Giunta e Igor Simões, Doutorando em Artes Visuais – História, Teoria e Crítica da Arte pela UFRGS, professor assistente na Uergs e curador

Performances

Teatro Carlos Urbim: 18:30 – 19:45 hrs

Performances de Claudia Paim e Julha Franz

*Roberta Barros autografa seu livro Elogio ao toque ou como falar de arte feminista à brasileira (2016) às 18h30, na Praça de Autógrafos.

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