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La segunda edición de ARCOlisboa, la Feria Internacional de Arte Contemporáneo de Lisboa organizada por IFEMA, retoma la sede de la Cordoaria Nacional, considerada como uno de los ejemplos más notables de la arquitectura industrial del siglo XVIII, para albergar entre el 18 y 21 de mayo de 2017 a un selecto grupo de galerías internacionales y eventos colaterales.

El Programa General acogerá en esta edición 50 galerías seleccionadas por el Comité Organizador, compuesto por Juana de Aizpuru (Galería Juana de Aizpuru, Madrid); Nuno Centeno (Galeria Murias Centeno, Lisboa/Oporto); Cristina Guerra (Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa); Jaqueline Martins (Galeria Jaqueline Martins, São Paulo); y Giorgio Persano (Galleria Giorgio Persano, Turín).

En el Programa General participan las galerías más importantes de Portugal, tanto de Lisboa, con Cristina Guerra, Pedro Cera, Carlos Carvalho y Filomena Soares, como de Oporto, con Murias Centeno, Fernando Santos y Pedro Oliveira. Entre las galerías no portuguesas destacan las madrileñas Elba Benítez, Parra & Romero, Max Estrella, Maisterravalbuena, Espacio Mínimo y Juana de Aizpuru, así como Vermelho (São Paulo), Anita Schwartz (Río de Janeiro), Baró (São Paulo) y nueveochenta (Bogotá).

Según los organizadores de la feria, “Lisboa se está consolidando como un destino preferente para interesantes proyectos de galerías de distintas partes del mundo que han decidido abrir su sede principal o su segundo espacio en la ciudad”. Da cuenta de ello la nueva sección Opening, un programa que contará con la participación de ocho galerías con menos de siete años de antigüedad seleccionadas por João Laia, escritor y comisario portugués, entre las que destacan la portuguesa Madragoa y la mexicana José García.

De esta manera, la Feria presentará desde artistas emergentes representados en Opening, como Renato Leotta o Karlos Gil, hasta artistas de mediana y larga carrera internacional, como Erwin Wurm, José Pedro Croft, Carlos Garaicoa, Tania Candiani, Leyla Cárdenas, Sergio Vega, Walid Raad y Teresa Lanceta.

El programa ARCOlisboa FORUM, en tanto, propone una serie de debates abiertos al público en torno a la práctica artística y el mercado del arte, incluidas cuatro charlas magistrales de críticos y coleccionistas que se celebrarán en el auditorio de Casa da América Latina, un espacio situado a escasos metros de la Cordoaria Nacional. Asimismo, se llevarán a cabo otras presentaciones en la Feria que, coordinadas por Miguel Amado y Ana Cristina Cachola, y bajo el título En qué estoy trabajando, más de 20 profesionales internacionales compartirán sus proyectos actuales y futuros.

Con motivo de la nominación de Lisboa Capital Iberoamericana de la Cultura 2017 se realizará por primera vez en Portugal el Encuentro de Museos de Europa e Iberoamérica, dirigido por Juan Gaitán y Pedro Gadanho, que reunirá a más de 20 directores y comisarios de prestigiosas instituciones de ambos lados del Atlántico.

Junto al programa galerístico, ARCOlisboa acogerá también la presencia de editoras y librerías portuguesas independientes en el espacio As tables are shelves, bajo la seleccionadas por Luiza Teixeira de Freitas. Este espacio servirá para descubrir nuevos contenidos editoriales y que se completará con la presencia de otras revistas y publicaciones locales e internacionales relacionadas con el arte contemporáneo.

La Cordoaria Nacional, que en la primera edición de ARCOlisboa acogió a 12.800 visitantes, está situada en el nuevo enclave del arte contemporáneo, con el Museu MAAT y la exposición de la colección del Museu Serralves a pocos pasos de distancia. Así, el panorama en Lisboa por esos días se extiende a instituciones, centros de arte, galerías y espacios independientes con diferentes exposiciones y eventos.

Após o sucesso da primeira ARCOlisboa, a exposição volta agora à Cordoaria Nacional. A Feira Internacional de Arte Contemporânea de Lisboa, cuja segunda edição também organizada pela IFEMA, acontecerá de 18 a 21 de Maio.

Com a qualidade dos conteúdos como principal objetivo e a aposta das galerias participantes em projetos com nível, a ARCOlisboa 2017 voltará a tornar-se no grande evento artistico e social da capital lusa. Soma-se ainda à feira uma importante programação artística e cultural pela cidade, que atrairá o interesse de colecionadores internacioansi, profissionais reconhecidos e do público em geral.

Nesta edição, o Programa Geral acolherá 50 galerias selecionadas pelo Comité Organizador após a análise de todos os projetos recebidos. Contará com representação das galerias mais importantes de Portugal, tanto de Lisboa, com Cristina Guerra, Pedro Cera, Vera Cortês, como do Porto, com Murias Centeno, Quadrado Azul – ambas com sede também na capital-, Fernando Santos ou Pedro Oliveira e outros projetos interessantes em Braga – Mario Sequeira- e Açores – Fonseca Macedo-. De igual modo, será também notável a participação de galerias internacionais, tais como Elba Benítez, Juana de Aizpuru, Giorgio Persano, Vermelho, Monitor, Zak Branicka, entre outras.

Lisboa está a consolidar-se como destino preferencial para interessantes projetos de galerias de diferentes partes do mundo, que decidiram abrir a sua sede principal ou o seu segundo espaço na cidade. A contestação desta realidade encontra-se na base da nova secção Opening. Um programa que contará com a participação de 8 galerias nacionais e internacionais com menos de sete anos de antiguidade, selecionadas por João Laia, escritor e comissário português. Desta forma, a secção mostrará uma representação da cena de jovens galerias portuguesas como Madragoa e Pedro Alfacinha, em diálogo com outras internacionais como Dürst, Britt & Mayhew ou José García.

Desta forma, a Feira abrangerá desde artistas emergentes representados na Opening como Renato Leotta ou Karlos Gil até criadores de renome internacional como Erwin Wurm, José Pedro Croft, João Louro, Sergio Vega, Nathaniel Mellors, Carlos Garaicoa, juntamente com peças mais clássicas dos mestres contemporâneos –Picasso, Vieira da Silva, etc., em galerias como Leandro Navarro, João Esteves de Oliveira ou José de la Mano.

Nesta ocasião, a ARCOlisboa FÓRUM propõe um programa de debate e reflexão, aberto ao público, sobre a atualidade criativa e o mercado da arte com quatro palestras magistrais por intermédio de críticos e colecionadores, que terão lugar no auditório da Casa da América Latina, um espaço situado a poucos metros da Cordoaria Nacional. De igual modo, a ARCOlisboa acolherá outras apresentações na Feira que, coordenadas por Miguel Amado y Ana Cristina Cachola, e sob a denominação ´Em que estou a trabalhar´, mais de 20 profissionais internacionais partilharão os seus projetos atuais e futuros.

Por ocasião da nomeação de Lisboa Capital Ibero-americana da Cultura 2017, será realizado pela primeira vez em Portugal o Encontro de Museus da Europa e América Latina, dirigido por Juan Gaitán e Pedro Gadanho, que trará mais de 20 diretores e comissários de prestigiosas instituições dos dois lados do Atlântico.

Juntamente com o programa galerístico, a ARCOlisboa também acolherá a presença de editoras e livrarias portuguesas independentes no espaço ´As tables are shelves´, sob a seleção de Luiza Teixeira de Freitas. Uma secção que servirá para descobrir novos conteúdos editoriais e que será completada com a presença de outras revistas e publicações locais e internacionais relacionadas com a arte contemporânea.

A Cordoaria Nacional, considerada como um dos exemplos mais notáveis da arquitetura industrial do séc. XVIII, volta a oferecer uma conceção única que, além de se adequar aos volumes dos stands, permite que se percorra facilmente a feira. Este ano, a ARCOlisboa expande-se para os pátios do edifício, criando lugares de reunião, restauração e realização de atividades. Do mesmo modo, voltará a contar com a Sala Vip, espaço que combinará o contemporâneo com o vintage, com uma restauração cuidada. Além disso, a Feira está situada no novo enclave da arte contemporânea com o Museu MAAT e a exposição da coleção do Museu Serralves a poucos passos de distância.

O mundo da arte voltará a olhar para Lisboa, uma cidade virada para a arte contemporânea, a cujo entusiasmo se une o apoio à Feira da Câmara Municipal de Lisboa, da Fundação EDP e do Ministério da Cultura de Portugal, além de outras instituições, centros de arte e galerias com diferentes exposições e eventos, o que propicia oportunidades de encontro com os participantes e convidados para a ARCOlisboa. Tudo isto coincide, ainda, com um momento de dinamismo especial na cena artística do país, como o novo espaço do Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) da Fundação EDP, novas galerias e espaços independentes.

Durante cinco dias, Lisboa será a capital da arte contemporânea, com a realização da Feira e a visita aos melhores museus, instituições e coleções da cidade, que apresentarão exposições, entre as quais se destacam as de Carlos Garaicoa, Ana Pérez-Quiroga e João Onofre, no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia -; Pedro Neves Marques no MUSEU COLEÇÃO BERARDO; José Pedro Croft, no CHIADO 8 –Espaço Fidelidade arte contemporânea/Mace-; Paloma Bosque, no PAVILHÃO BRANCO –EGEAC-, Almada Negreiros e Manuela Marques, no MUSEU CALOUSTE GULBENKIAN; Julião Sarmento, Helena Almeida, Vítor Pomar, Ângelo de Sousa, Fernando Calhau, José Barrias, Ernesto de Sousa, Jorge Molder, Alberto Carneiro, na CULTURGEST; Francisco Tropa, na FUNDAÇÃO CARMONA E COSTA. Outros espaços apresentarão obras de artistas como Jorge Martins, Vieira da Silva, Arpad Szénes, Ana Vidigal, no MUSEU ARPAD SZÉNES VIEIRA DA SILVA; Pedro Cabrita Reis, no PAVILHÃO 31 –Júlio de Matos Psychiatric Hospital.

Além disso, somam-se coleções como a da FUNDAÇÃO LEAL RIOS; MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO, assim como a mostra Synopsis missing, com obras da coleção SERRALVES, que serão acolhidas pelo Torreão Nascente da Cordoaria Nacional.

De igual modo, a cena independente da cidade apresentará propostas de grande qualidade com exposições de Emily Roysdon, na KUNSTHALLE LISSABON; Noé Sendas e Jacobo Castellano, na APPLETON SQUARE, e Vitor Palla e Bento d’Almeida, na GARAGEM SUL –CCB Fundação Centro Cultural de Belém, entre outros.